Na terra dos sonhos

Os sonhos são deveras intrigantes. Não falo de quando sonhamos acordamos, visto que na maioria desses casos, temos uma palavra a dizer na escolha desses mesmos pensamentos. Falo de sonhos propriamente ditos, aqueles que nos roubam a consciência e nos fazem embarcar em paragens desconhecidas. Existem sonhos que nos são mais ou menos comuns, sonhos em que consigamos voar e sonhos em que tropeçamos, por exemplo. Mas depois existem aqueles que por mais que nos esforcemos para lhes encontrar sentido, saímos derrotados. Há umas semanas atrás, sonhei que era raptada num cenário digno da Idade Média, mas depois quando a minha mãe apareceu para me resgatar, eu voltei ao mundo atual. Estranho não é? Será que um outro eu, ficou perdido em tempos passados e que me cabe a mim travar uma batalha para conseguir liberta-lo? Mas também existem sonhos que nos deixam de rastos e nos fazem acordar com um nível de cansaço superior ao de quando nos deitamos. Sonhos outros, que são bons demais e que transformam a experiência do acordar em algo altamente doloroso. O mistério que envolve todo este processo é o que o torna tão tentador e a impotência que nos dá e nos obriga a entregar. 

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