Admito que tenho um grande fascínio pelo mundo da moda. Gosto muito de roupa, não tenho problemas em dizê-lo, mas acredito que gosto na medida certa. Não perco a cabeça com facilidade e não tenho por hábito gastar o dinheiro que tenho e o que não tenho num trapinho bonito. Mas refletindo nas transformações no mundo da moda ao longo dos anos, é visível a influência que foi ganhando entre muitos milhares de mulheres e alguns homens também, claro. Houve um momento no meio desta ‘evolução’ em que de alguma forma se estabeleceu que para se ser bonita tem de se ser magra. Foram vistos bastantes desfiles em que a magreza era sinónimo de ossos a quererem furar a pele por todo o lado. Qual não é o meu espanto quando leio a seguinte frase, dita por uma conceituada atriz brasileira ‘Nunca se é rica demais nem magra demais’. Isto é a consequência desse tal espirito que caiu sobre este mundo sem como nem porquê e que confortavelmente se instalou. Eu abomino este tipo de pensamentos e de maneiras de estar. Sou fiel á beleza que vem de dentro e que sabe como se refletir para fora. Adoro pessoas que por mais que fujam a esse modelo pré definido de beleza se sentem bonitas e confiantes. Mulheres que gostam de se cuidar, que gostam de ousar á sua maneira e que não se escondem, nem perdem tempo em inúteis lamentos. Mulheres de garra que sabem que nenhuma arma é mais forte nem mais cativante do que a confiança.
Confiança
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