Entre gatos e agradecimentos

Hoje começo em jeito de agradecimento e talvez por aí me fique,de qualquer das forma parece-me imperativo não deixar passar a ocasião em branco. Comecemos então pelo princípio. Um grande, grande agradecimento há multidão de pessoas que se encontrando na mesma grande superfície comercial do que eu, decidiram em conformidade com os seus desejos, escolher as estonteantes filas da Primark ou mesmo do MacDonalds, ao invés da calmaria do cinema. Foi graças a vocês que uma fanática das idas ao cinema em versão singular teve pela primeira vez a oportunidade de assistir a um filme numa sala vazia. Todo um sem fim de sensações, que até á então desconhecia, foram assim saboreadas e experimentadas de forma deliciosamente egoísta. O outro agradecimento embarga tantas pessoas que nunca as poderia nomear, pois quando falamos de filmes não podemos por e simplesmente aplaudir um nome e renegar o mérito de toda uma equipa de profissionais. “Os gatos não têm vertigens” é dos filmes mais honestos que vi nos últimos tempos. É humano e cru como a própria vida o é. Mas acima de tudo e porque não quero entrar em pormenores e contar o que merece ser visto, é um filme que prova que somos bons e que fazemos coisas de profunda qualidade. Hoje deixei a sala de cinema com vontade de ter vontades e talvez seja isso o que melhor explica que o filme é bom, que é muito bom. “Baza ver!”

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