O melhor de dois mundos

Há quem diga que tudo nesta vida se pode dividir em dois. Que tudo é feito de uma parte e do seu inverso. Tendo em ir contra esta visão binária do mundo porque na maioria dos casos tenho dificuldade em distinguir tudo preto no branco e tendo sim em ver vários tons de cinzento, mas há exceções. Uma dessas exceções é para mim, o equilíbrio entre a expetativa do que é novo e o conforto do que é “velho” e meto velho entre aspas porque é uma palavra que geralmente tem um caracter denotativo, caracter esse que não lhe quero dar aqui. Mas encontro nestes duas vontades, um equilíbrio quase perfeito na balança. É importante estarmos abertos a coisas novas, realidades novas e consequentemente pessoas novas. Mas na mesma medida é essencial saber distinguir o que já se conhece o que queremos manter nas nossas vidas. Certos comportamentos, certas atitudes e obviamente, certas pessoas. Quando a balança pende demasiado para um dos lados, ou algo está em falta ou algo está em excesso. Mas quando conseguimos estabelecer uma linha harmoniosa entre os dois mundos é como se tudo começasse finalmente a fazer sentido e essa sensação é incrivelmente aprazível.

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